O PODER DOS QUIETOS

Autora: Susan Cain

Sobre o Livro

Em um mundo que exalta o Ideal da Extroversão, a timidez é vista como algo entre a decepção e a patologia. Pessoas quietas são subestimadas a todo instante e sentem que precisam aprender a ser mais comunicativas. Mas O poder dos quietos marca o fim desse dogma da sociedade.

Trecho:

Mas cometemos um erro grave ao abraçar o ideal da extroversão tão inconsequentemente. Algumas das nossas maiores ideias, a arte, as invenções –desde a teoria da evolução até os girassóis de Van Gogh e os computadores pessoais– vieram de pessoas quietas e cerebrais que sabiam como se comunicar com seu mundo interior e os tesouros que lá seriam encontrados.

Sem introvertidos, o mundo não teria: a teoria da gravidade; a teoria da relatividade; “O Segundo Advento”, de W.B. Yeats; Os “Noturnos” de Chopin; “Em Busca do Tempo Perdido”, de Proust; Peter Pan; “1984” e “A Revolução dos Bichos, de George Orwell; “O Gato do Chapéu”, do Dr. Seuss; Charlie Brown; “A Lista de Schindler”, “E.T.” e “Contatos Imediatos de Terceiro Grau”, de Steven Spielberg; o Google; Harry Potter.

ESTÍMULOS

Como escreveu o jornalista científico Winifred Gallagher: “A glória da disposição que faz com que se pare para considerar estímulos em vez de render-se a eles é sua longa associação com conquistas intelectuais e artísticas. Nem o E=mc² de Einstein nem ‘Paraíso Perdido’, de John Milton, foram produzidos por festeiros.”

Mesmo em ocupações menos óbvias para os introvertidos, como finanças, política e ativismo, alguns dos grandes saltos foram dados por eles. Figuras como Eleanor Roosevelt, Al Gore, Warren Buffett, Gandhi –e Rosa Parks– conquistaram o que conquistaram não “apesar de”, mas por causa de sua introversão.

É claro que há outro nome para pessoas assim: pensadores.

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Publicado por

Rodrigo Santhiago Martins Bauer

Advogado, pós-graduado em Direito Tributário pela LFG, graduado em Direito pela PUC Campinas